Eduardo Faria

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Nasce na cidade Invicta a 14 de Setembro de 1968.

Em 1996 faz Curso Intensivo de Iniciação Teatral orientado por Castro Guedes.
Conclui no ano de 2011 pós-graduação em Gestão Artística e Cultural no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, está a desenvolver tese de Mestrado no Curso de Gestão Artística e Cultural do IPVC com o tema: Investimento Cultural e o seu impacto sócio-económico na Comunidade.

É um dos fundadores da Varazim Teatro, em 1997, e é desde essa data o seu responsável artístico. Assume também a função de programador da Temporada Teatral na Póvoa de Varzim e do Festival É-Aqui-in-Ócio.
Colaborou com o Teatro do Noroeste, Teatro Art’Imagem, Casino da Póvoa e Bottega degli Apocrifi (Itália).

Como ator trabalhou com encenadores como Castro Guedes, Manuel Guede Oliva, Guillermo Hueras, José Leitão, William Gavião, Anabela Garcia, José Gonçalinho, Júlio César, José Martins, Cláudia Negrão, Cossimo Severo, Alexander Vorontsov e José Caldas.

Tem desenvolvido trabalhos comunitários, quer com adultos, quer com crianças, no âmbito da formação e criação de espetáculos.
É responsável pela encenação dos espetáculos da Varazim Teatro e desde 2018 da sua Companhia Certa.

Destaca-se no seu trabalho enquanto encenador a pesquisa de novas formas de relação entre o público e a abordagem de grandes problemáticas sociais.
Em cinema participa no filme “Videovigilância”, de Carlos Soto e Nuno Machado, pela Academia RTP e na curta-metragem “Orfeu no Fim do Mundo”, de Michelle Silva (UBI). Interpreta a personagem Augusto para a longa metragem “Porto 1618” (em produção) de Luís Ismael.