Varazim Teatro a sua Companhia Certa

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Bichos

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Este espetáculo estreou em: 25 de Setembro de 2020


ESTREIA da IX Produção da Companhia Certa

No ano em que passam 25 do desaparecimento de Miguel Torga

a partir de Miguel Torga
pela Companhia Certa da Varazim Teatro

Este espetáculo já foi apresentado em:

  • • Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim em Setembro de 2020
  • • Sementes - Teatro-Estúdio António Assunção, Almada em Maio de 2021
  • • XII Festival Internacional de Teatro Miguel Torga, Mondim de Basto em Junho de 2021
  • • Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima em Junho de 2021
  • • Sábados para a infância no Teatro da Cerca S. Bernardo, Coimbra em Outubro de 2021


Sinopse:

Diferentes entre si nas suas particularidades, estes “bichos”, animais e humanos, estão todos na mesma “Arca de Noé”, a terra mãe, irmanados numa luta igual pela vida e pela liberdade.
MIURA -TERRA
A bela escrita telúrica de Torga convida-nos a meditar sobre a terra, os bichos e o sangue que nos envolverá de espanto. Primeiro na terra inventaremos o universo teatral do conto Miura.
VICENTE – ÁGUA
Com Vicente inventamos esta simbólica união de opostos terra e água. Uma estória casa com a outra, inventam pontos de ligação, estratégias de comunhão. “O CORVO leva a Mithra, da parte do sol, a ordem de matar o touro e ele, com pesar, executava a ordem recebida.”


FICHA ARTÍSTICA

Encenação e dramaturgia: José Caldas
Criação musical: Paulo Lemos
Interpretação Ana Lídia Pereira, Eduardo Faria, Joana Luna, Kiko Rurelas (interpretação musical ao vivo) e Sara Maia
Cenografia: José Caldas
Figurinos: Joana Soares e José Caldas
Apoio coreográfico: António Carvalho
Construção adereços: Artur Rangel
Desenho de luz: José Caldas e José Raposo
Confeção de figurinos: Adélia Agra
Confeção de adereços: Sameiro Fernandes
Produção executiva: Joana de Sousa
Fotografia: José Carlos Marques

Classificação etária: M/6

Duração aproximada: 60 minutos

Miguel Torga

nasceu em São Martinho de Anta, Vila Real, Portugal, no dia 12 de agosto de 1907. Ingressou no Seminário de Lamego, mas com 13 anos emigrou para o Brasil, onde trabalhou na fazenda de um tio, em Minas Gerais. De volta a Portugal, em 1925, cursou o Liceu e em seguida ingressou no curso de Medicina, em Coimbra. Em 1928 estreou na literatura com o volume de poesias “Ansiedade”. Em 1930, ainda na poesia, publicou “Rampa” (1930). Em 1933 concluiu o curso de Medicina e passou a exercer a profissão em sua cidade natal. Em 1941 muda-se definitivamente para Coimbra. Com sua personalidade individualista, não se ligou a nenhuma escola literária, nem manteve contato com os círculos culturais portugueses. Em suas obras Miguel Torga mostra a forte ligação com sua terra natal, com Portugal e mesmo com a Península Ibérica. Reflete as apreensões e angústias de seu tempo. Sua denúncia dos crimes da Guerra Civil Espanhola e de Franco valeu-lhe a apreensão de algumas de suas obras pela censura e mesmo sua prisão pela polícia portuguesa.

Contista, romancista, ensaísta e dramaturgo, escreveu mais de cinquenta obras, entre elas, destacam-se: “Contos da Montanha” (1941), “O Senhor Ventura” (1943), “Libertação” (1944), “Vindima” (1945), “O Paraíso” (1949), “Portugal” (1950), “Poemas Ibéricos” (1952) e “Penas do Purgatório” (1954). Faleceu em Coimbra, Portugal, no dia 17 de janeiro de 1995


Clique aqui para ver a folha de sala.



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Agenda

Era uma vez…ou lá o que é que é

Sábado, 04 de Dezembro - TETE

21:30h
Cine-Teatro Garrett
Espetáculo levado a cena por:
Teatro Extremo

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