Ana Lídia Pereira

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Nasceu em 1996 e cresceu na Trofa.
Desde cedo alimentando o gosto pelas artes performativas, iniciou a sua formação teatral, contudo, só a partir de 2014 na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, frequentando o curso de Interpretação, pôde, em pouco tempo, trabalhar com nomes ativos do teatro como Rodrigo Malvar, Pedro Penim, Paulo Calatré, Lígia Roque, em produções e projetos académicos. Teve ainda a oportunidade de fazer parte, logo no primeiro ano de licenciatura, da equipa do SET, festival de Escolas de teatro, onde beneficiou igualmente de workshops voltados para a articulação da expressão física e vocal no fazer teatral, já bastante saliente na aquisição de técnicas, no decorrer dos três anos letivos, como as de Commedia Dell’Arte, Aikido ou Suzuki a par de explorações teóricas.

Licenciou-se em Interpretação em meados de 2017 e desde então já se envolveu em projetos de criação, nomeadamente no Rivoli, contribuindo não só como intérprete mas igualmente como parte ativa na dramaturgia e direção. Em 2018, realizou um estágio profissional na Varazim Teatro / Companhia Certa, desempenhando o papel não só de intérprete mas também de assistente de encenação e formadora.

É co-autora da primeira produção da Companhia Certa “7”. Assume a Assistência de Encenação de “Vocês viram o meu cão?” Participa como atriz em “A Prudência Morreu de Velha”, “Sou Minha Própria Paisagem” e “A Ilha do Desamanhã”, com encenação de Eduardo Faria; em “#hashtagnatal” com encenação de Joana Soares e em “Bichos”, com encenação de José Caldas. Atualmente, trabalha para a Companhia Certa ao mesmo tempo que trabalha independentemente noutras criações e projetos interdisciplinares, de que são exemplo os espectáculos para a infância com o colectivo Escaleno e o “Democracy has been detected” para a Companhia Momento – Artistas Independentes realizado no início deste ano.