Teatro na Póvoa de Varzim – Napoleão ou o Complexo de Épico

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Outono com Teatro na Póvoa de Varzim

A Temporada Teatral está de regresso aos palcos do Cine-Teatro Garrett, apresentando já em Outubro a reconhecida Companhia do Chapitô

Sinopse: Na procura de entender o homem que foi Napoleão e o fenómeno em torno de si criado, debatemo-nos entre o fascínio e o repúdio.
Lança-nos questões políticas e sociais, que mantêm a sua actualidade e pertinência.
A sua ambição pessoal, audácia e determinação levaram-no longe, expandindo territórios, apropriando-se dos ideais da Revolução Francesa. Mais tarde, reaproxima-se de valores aristocráticos que antes repudiara, centraliza em si o poder e auto proclama-se Imperador. A sua força de vontade era única. A sua queda foi proporcional à sua ascensão. Uma vida romanesca, que reúne todos os ingredientes para uma boa história. Muito é e continuará a ser dito sobre Napoleão Bonaparte, caberá ao público julgar ou celebrar a figura histórica, o homem que foi Napoleão. A nós cabe-nos a tarefa de contar, procurando com humor e poesia, os reversos da história.
Porque todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa.

Ficha Técnica:

Criação Colectiva da Companhia do Chapitô
Encenação – Cláudia Nóvoa e José C. Garcia
Dramaturgia – Ramón de Los Santos
Interpretação – Jorge Cruz, Susana Nunes e Tiago Viegas
Direcção de Produção – Tânia Melo Rodrigues
Sonoplastia – Sílvio Rosado
Figurinos – Cláudia Nóvoa e Glória Mendes
Desenho de Luz – José C. Garcia e Saturnino Rodrigues
Design Gráfico – Sílvio Rosado
Fotografias de Cena – Frank Saalfeld
Divulgação – Cristina Carvalho
Motion Design – Sofia Serrazina
Video Spot – Joana Domingues e Bruno Gascon

Classificação etária: M/12
Duração aproximada: 60 minutos

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COMPANHIA DO CHAPITÔ Espectáculos multidisciplinares através do gesto e da imagem

A Companhia do Chapitô, criada em 1996, valoriza a comédia pelo seu poder de questionar todos os aspectos da realidade física e social. Cria, desde a sua fundação, espectáculos multidisciplinares assentes no trabalho físico do actor num processo colectivo e em constante desenvolvimento, que convidam à imaginação do público, e que se relacionam estreitamente com este. Comunica, essencialmente através do gesto e da imagem, quebrando as barreiras linguísticas e afirmando a sua vocação universal, o que lhe permite uma relação muito próxima com os espectadores e que resulta em itinerância nacional e internacional. Desde a sua formação produziu perto de 40 criações originais, apresentadas em Portugal e um pouco por todo o mundo Alemanha, Argentina, Brasil, Cabo Verde, China, Colômbia, Costa Rica, Eslováquia, Espanha, E.U.A., Finlândia, França, Irão, Itália, Noruega, Rússia, Suécia e Uruguai. De entre os inúmeros prémios e distinções recebidas, destacam-se três galardões para “Édipo” – Prémio dos Amigos do Festival Don Quijote 2014 em Paris; Prémio de Melhor Espetáculo atribuído pelo público do festival Teatro Agosto 2015 no Fundão; e Prémio de Melhor Obra Estrangeira nos Prémios Florencio 2016 no Uruguai. De Espanha, vieram ainda duas homenagens: uma para “Electra”, premiada em 2016 como a melhor peça na 30ª Feira Internacional de Teatro e Dança de Huesca; e outra para “Macbeth”, peça distinguida com o Prémio do Público da XXXI Edição do Festival MITCF de Cangas.

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